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domingo, março 14, 2004
A credibilidade conquista-se VI
O CAA do Blasfémias diz que pensar na ETA era lógico e natural.
Natural, sem dúvida, mas não era nem lógico nem racional. E o que se espera de um goveno é que ele pense bem e não que pense aquilo que é natural a maioria pensar. Os governos estão lá para pensarem de forma lógica e racional. Não estão lá para pensarem o óbvio. Existem para tomarem decisões racionais e não para tomarem medidas com base em achismos. Neste caso, o lógico e racional era investigar primeiro e acusar depois.
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